Nossa História

Inaugurado em 1934, período áureo da Cinelândia, o Teatro Rival abriu suas portas com a peça “Amor”, de Oduvaldo Vianna. Esse sentimento de amor à arte e à cultura brasileira norteia nossos ideais e trajetória até hoje.

Sob o comando do fundador Américo Leal, o Teatro Rival foi um dos principais palcos do teatro de revista. Mais tarde, abrigou toda a geração do chamado teatro rebolado. Durante a ditadura militar, o caráter alternativo da casa foi enfatizado com os seus famosos shows de travestis.

De Grande Otelo, Oscarito e Dercy Gonçalves a Rogéria, Jane di Castro e Divina Valéria, o Rival sempre foi referência da vanguarda carioca. Já sob minha direção, o Rival tornou-se o berço de gerações de artistas da música popular brasileira: Beth Carvalho, Zeca Pagodinho, Alcione, Arlindo Cruz, Luiz Carlos da Vila, João Nogueira, Cauby Peixoto, Elza Soares, João Bosco, Emílio Santiago, Luiz Melodia, Ivan Lins, Cássia Eller, Lenine, Adriana Calcanhotto, Seu Jorge e tantos outros artistas lançados, valorizados ou resgatados.

Enfrentamos ditaduras, diversas obras no centro da cidade, e vencemos os vários planos econômicos  fracassados. Resistimos à pandemia de Covid, mantendo-nos como porto seguro para nossos artistas e nosso mais que querido público.

Em 2024, o teatro comemorou 90 anos, voltando a assinar Teatro Rival Petrobras. A parceria entre Rival e Petrobras – que foi bem sucedida entre 2001 e 2019 – retornou com a energia e a potência da cultura brasileira.

Nosso compromisso com a cultura é mais firme do que nunca. A cultura é a alma do povo, e o Rival faz parte da alma carioca, oferecendo bom humor, irreverência, ousadia e criatividade ao nosso público, sempre com qualidade artística.

Angela Leal, atriz e diretora do Teatro Rival Petrobras

Angela Leal